Jak lokalny*

Domingo, 7 de junho de 2015. Era o meu último dia em Varsóvia, mas não sabia disso.  Quando a claridade exuberante daquela manhã me acordou, eu sequer havia pensado seriamente sobre deixar a cidade. Tinha consciência de que o momento se aproximava – estava há 25 dias na Polônia e há dez no apartamento do meu amigo Łukasz (na verdade o apartamento era dos pais dele); em algum momento teria que tomar vergonha na cara. No entanto faltava experimentar algo que eu não sabia definir, apenas sentia a sua necessidade como se houvesse um compromisso o qual não estava honrando.

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We Can do it! By Visceralistas

Olá Desbravadores,

Iniciando nosso especial pelo Mês das Mulheres, teremos as colunistas do blog Visceralistas, que toparam abraçar o projeto e nos dirão: Afinal, o que é ser mulher? Quais os desafios? Complexo, não? Veja o resultado:

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Dia de festa no mar

O charme de Salvador está nas festas que concentram algumas centenas, às vezes milhares de pessoas por motivos mágicos. Para mim, a mais estética de todas é a festa de Iemanjá, a rainha das águas salgadas. O bairro boêmio do Rio Vermelho, em sua curva mais bonita, se enche de gente e flor, cheiro de alfazema, panos azuis e brancos na praia da Paciência. É lindo de ver, mesmo pela televisão.

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Visceralistas – O mar, Irê, o mar nem sempre é azul

Vi nos olhos dos outros a fé, que você conhece bem. Paguei nossa promessa, fiz um pedido. Não te preocupa.

Me joguei com tudo do sertão de Juazeiro pradiante. Sola do sapato gasto, saco de pano, saia de lona, peito aberto, ruga na testa, olho vivo. Eu sou mulher e muita coisa. A poeira da estrada muda a cor dos meus cabelos, meus trapos, minhas unhas e de tudo o que eu vejo. Mas eu, Irê, eu tenho faro.

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