Jak lokalny*

Domingo, 7 de junho de 2015. Era o meu último dia em Varsóvia, mas não sabia disso.  Quando a claridade exuberante daquela manhã me acordou, eu sequer havia pensado seriamente sobre deixar a cidade. Tinha consciência de que o momento se aproximava – estava há 25 dias na Polônia e há dez no apartamento do meu amigo Łukasz (na verdade o apartamento era dos pais dele); em algum momento teria que tomar vergonha na cara. No entanto faltava experimentar algo que eu não sabia definir, apenas sentia a sua necessidade como se houvesse um compromisso o qual não estava honrando.

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Dia de festa no mar

O charme de Salvador está nas festas que concentram algumas centenas, às vezes milhares de pessoas por motivos mágicos. Para mim, a mais estética de todas é a festa de Iemanjá, a rainha das águas salgadas. O bairro boêmio do Rio Vermelho, em sua curva mais bonita, se enche de gente e flor, cheiro de alfazema, panos azuis e brancos na praia da Paciência. É lindo de ver, mesmo pela televisão.

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