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Especial: We Can do it! By Michellândia

Olá desbravadores!

Neste mês, abro as portas do Michellândia para mulheres que me inspiram, e que vão contar aqui um pouco de suas histórias, compartilhar conosco capítulos marcantes de suas ricas trajetórias.

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Foto: Divulgação / Medium

Será uma forma de homenageá-las e, também, uma oportunidade de inspirar outras mulheres (e homens) a praticarem verdadeiramente o amor, a empatia e a igualdade.

Há algum tempo, publiquei o texto “Namore uma mulher que viaje”, dissertando sobre as qualidades de uma mulher que busca desbravar o mundo. Minha identificação com o texto foi automática no decorrer da leitura, pois viajar me tornou uma pessoa mais confiante, dona de minhas atitudes e vontades, consumidora do dinheiro conquistado através do meu trabalho.

Muito se escuta, hoje em dia, sobre as mulheres e sua (nossa) luta pela efetiva igualdade de gêneros. Mas – falando nisso! – como funciona essa suposta igualdade, por exemplo, no dia a dia profissional? E no caminhar pela rua? Ou, simplesmente (ou até mesmo), quanto às escolhas que fazemos sobre “para qual destino viajar”, que podem facilmente se tornar alvo de críticas…

Muitos horizontes a expandir

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Entre várias outras preciosidades, viajar me trouxe um entendimento fundamental, até então adormecido entre os meus pensamentos: sobre quem sou eu.

Poder testemunhar (vivenciando intensamente) os muitos papéis desempenhados pela mulher no planeta, através dos tantos destinos que tive a chance de conhecer, ajudou-me a construir a mulher que me tornei.

Os contrastes com que me deparei, nos diferentes países que visitei, fizeram de mim uma espécie de espectadora privilegiada. Oportunidade que me permitiu analisar as conjunturas mais diversas que existem, e compreender melhor as possibilidades disponíveis.

Grl
Durante o mês de Março use #naocausecomaminhacausa em suas fotos, elas podem ser repostadas em nosso Instagram.

Foi assim que, observando e questionando, me descobri e tomei posse do meu eu integralmente, inclusive enxergando o meu real papel na vida: a de buscadora e defensora da Igualdade, sem subterfúgios.

Igualdade, talvez a palavra mais bonita do meu vocabulário – aquela que aprendi na infância, em casa e na escola, e que depois foi reproduzida no decorrer de toda a minha adolescência, mas que só vi concretizada na fase adulta. Meu maior desejo, neste mês de reflexão sobre as mulheres no mundo e nas batalhas cotidianas, é ver realizado o ideal de Igualdade Para Todos, em todo o planeta, para todos os seres humanos.

Confiança e luta

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Foto: Chimamanda Adichie / Divulgação

Sempre lutei pelo direito de minhas escolhas: tenho 35 anos e não tenho filhos, por opção. Investi nos meus estudos, nas profissões que desejava aprender e nas oportunidades que a vida me deu.

Nunca me privei de tomar uma cerveja com minhas amigas ou amigos por conta da opinião de terceiros, até porque terceiros não me conhecem. Não sabem da minha jornada e de todas as pedras que fizeram de mim quem eu sou.

E, confesso, como me faço em excentricidades!

Deixo vocês com o texto de uma de minhas escritoras de cabeceira, Chimamanda Adichie, com sua visão tão igualitária e humana sobre os sexos.

“ Nós ensinamos as meninas a se diminuírem. Nós dizemos para as garotas: você pode ter ambição, mas não muita. Você deve ser bem sucedida, mas não muito. Caso contrário, ameaçará o homem. Porque eu sou uma fêmea, esperam que eu deseje me casar, esperam que eu faça as minhas próprias escolhas na vida sempre tendo em mente que o casamento é o mais importante.

O casamento pode ser uma fonte de alegria, amor e apoio mútuo, mas por que ensinamos às garotas a aspirar o casamento e não ensinamos a mesma coisa aos meninos? Educamos as garotas a se verem como concorrentes, não por emprego ou por realizações – o que eu penso que pode ser uma coisa boa -, mas sim pela atenção dos homens. Nós ensinamos as garotas que não podem ser seres sexuais da mesma forma que os garotos são.

Feminista: a pessoa que acredita na igualdade social, política e econômica entre os sexos.”

Video TEDx Chimamanda Adichie

 

Au Revoir, Ciao, Hasta Luego, See you later, Até logo!

Michellândia

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