Geração Touch: Qual foi seu maior choques cultural durante uma viagem?

Olá desbravadores, tudo bem com vocês?

Venho dividir mais uma conquista! Um novo projeto com uma proposta muito bacana: nasce o Geração Touch. O objetivo é produzir novos conteúdos de qualidade, abordando temas que tirem todos da zona de conforto e agregue conhecimento.

O projeto conta com sete blogueiro que atualizam suas colunas semanalmente: nas segundas Heloísa Lofrano esclarece tudo sobre vegetarianismo e consumo consciente; nas terças a Juliana Pass desvenda as vertentes do comportamento humano; nas quartas é a vez da Hanna Paiva nos presenteando com o delicioso Club literário; nas quintas tenho o prazer de escrever sobre viagens e tudo que envolve esse universo; nas sextas é hora da Tatiana Santana escreve sobre o interessantíssimo Club Pop; aos sábados Fábio São Pedro revelar os mistérios do universo masculino; por fim, aos domingos a linda Juliana Brochini ensina sobre moda e beleza.

Para apresentar os Touchianos, propus aos meus amigos um guest post contando qual foi o maior choque cultural que vivenciaram em suas viagens. Vamos conferir o resultado 😉

Juliana Brochini

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Nunca viajei para fora do Brasil ou para um lugar muito distante, porém acredito que em qualquer lugar que estejamos existe algo muito diferente da nossa cidade de origem. Sou de Macaé, interior do Rio de Janeiro. Sempre que posso vou para Guarapari no Espirito Santo, nunca notei nada de diferente da minha rotina. Outro lugar que visito com frequência é Italva, interior do Rio de Janeiro. Conhecida como a Cidade do Quibe por conta da festa realizada anualmente no dia 07 de Setembro, maravilhosa como muitos dizem, porém ainda não tive oportunidade de conhecer. Italva é uma tipica cidade do interior: tudo muito simples e aconchegante que cativa todos que ali estão. Para mim o lugar que mais me deu um choque cultural, pelo fato de tudo ser muito tranquilo, que é bem diferente da minha cidade, e da educação das pessoas ao se cumprimentarem.

Heloísa Lofrano

18519645_657466377795058_1525755289586830056_nPra ser bem sincera eu nunca “sofri” um choque cultural muito grande, mas algo que eu achei bem interessante e legal, foi quando viajei a Montevidéu. A forma de cumprimento entre os homens é diferente da nossa, aqui no Brasil não há muito contato físico, normalmente é aperto de mão ou um tapinha nas costas, já no Uruguai eles se cumprimentam com um beijo no rosto. Não fiquei chocada (até porque não é nada de TÃO diferente), mas é diferente da nossa cultura. Portanto, aos homens que forem pra lá, não estranhem. Se conhecer um uruguaio e ele te der um beijo no rosto, é culturalmente normal para eles.

Juliana Pass

Design sem nomeOlá Desbravadores, sou a Ju Pass, criadora e redatora do Blog Descomplica os Trinta e estarei com vocês toda Terça-Feira no Geração Touch falando de temas diversos sobre comportamento. Serão abordados por lá assuntos que nos façam refletir e sair da zona de conforto e estou hoje no Michellândia para contar a vocês sobre um choque cultural que vivenciei durante uma viagem. Uma das melhores partes de viajar é se deparar com hábitos e culturas diferentes das nossas e evoluir com elas, você nunca volta da mesma forma quando viaja, pois soma a sua vivencia novas descobertas e aprendizados. Por todos os lugares que passei, vivenciei choques culturais importantes e positivos, mas sou Paulistana, acelerada e sempre em alerta, então destaco duas situações que difere completamente do meu dia a dia, a primeira é sobre uma viagem que fiz ao EUA e o sentimento de poder estar segura e abaixar a guarda sem medo de qualquer tipo de roubo ou furto, já fui assaltada, como tantas outras pessoas e esse trauma me acompanha pela vida, me sentir verdadeiramente segura foi realmente maravilhoso. E o meu segundo eleito é a maneira menos acelerada (do que eu pelo menos) e mais alegre e positiva de ver a vida no Nordeste do Brasil, em especial a Bahia, deve ser por esse motivo que já visitei essa terra arretada tantas vezes, ela me acalma e me transmite paz. Beijos Descomplicados Viajantes e até Terça no Blog Geração Touch.

Hanna Paiva

Hanna Paiva

Olá meu povo, como estamos? Tive um choque e dos grandes ao visitar Crato – CE. Eu sou nascida no Rio de Janeiro e atualmente moro aqui, mas passei a infância na Paraíba, então sei mais ou menos como são os hábitos do Nordeste. Principalmente no quesito “vida em sociedade”. Nunca passei um choque como passei em Crato. A cidade é muito pequena, daquelas onde o
forte é uma igreja no centro e tudo gira em torno dela. Eu fui lá a trabalho, participando de um congresso, e passei uma situação muito constrangedora ao andar normalmente pela rua e
notar as caras espantadas das pessoas ao verem a menina carioca (que nem estava com
roupas curtas, ainda que isso não diga nada sobre minha personalidade) passando. Me
senti um E.T., principalmente quando estava sozinha. Sério, as pessoas me olhavam de cima a baixo sem nem um disfarce do “espanto”. E só porque estava de vestido um pouco acima do joelho (um pouco mesmo, dois dedos), me tratavam como se eu fosse uma meretriz! Foi a viagem mais estranha que já fiz e a qual contava os dias para voltar para casa… =/

Tatiana Santana

Design sem nome (1)Acredito que não tenha vivenciado nenhum grande choque cultural, por enquanto minhas viagens são curtas e em lugares comuns. Mas isso irá mudar em breve, eu ouvi um amém, irmãos? Amém! Hahaha Mas certa vez, ainda pequena, na cidade natal do meu pai, bem no interior de Minas Gerais, fui a padaria pedir 15 médias para tomar café com a família na casa do meu vô. Sou do litoral de São Paulo, um lugarzinho chamado São Vicente. O rapaz da padaria ficou me olhando como se eu fosse alguma criança maluca que estava tentando pregar alguma peça nele. Me respondeu que eu tava no lugar errado e que ali não tinham médias. Apontei para a cesta cheias de pão francês e disse que estava no lugar certo. Ele riu e me explicou que lá média era café com leite. Imagina o homem me servir 15 cafés com leite? Depois disso fui pesquisar todas as palavras e costumes que tínhamos de diferente na minha cidade… Meus pais riram muito e até hoje lembram desse dia.

Fabio São Pedro

Design sem nome (2)Olá, turma do Michellandia! Meu nome é Fábio São Pedro, do blog Limbo Reverso, o espaço onde divulgo notícias do universo geek / nerd. Michelle e outras blogueiras incríveis juntaram forças e também me convidaram para participar de um projeto audacioso e único: o Blog Geração Touch. Lá, nós vamos compartilhar experiências e conversar sobre assuntos diversos e sempre interessantes. O meu papel vai ser abordar questões  voltadas ao “universo masculino”, principalmente diante das grandes mudanças e desafios que chegaram para essa geração multimídia e multicultural. Michelle convidou a nós, demais integrantes da equipe Geração Touch, para falarmos sobre a experiência de viagem que mais nos impactou culturalmente. A minha experiência de viagem que resultou em maior choque cultural, foi quando, em 2014, viajei para Curitiba. Como nasci e vivi sempre em Salvador/Bahia, conhecer uma cidade da região Sul do Brasil foi realmente uma experiência incrivelmente rica. Em termos de impacto sob o aspecto cultural, me deliciei com o sotaque curitibano, que por sinal sempre gostei de escutar pela TV. O clima da capital mais fria do Brasil obriga as pessoas a se agasalharem, e isso é uma deixa para um desfile de moda a céu aberto. Em Salvador, o clima sempre quente não permite termos esse tipo de experiência visual. Algo que também me chamou bastante a atenção foi a limpeza e a organização da cidade. Realmente não à toa é considerada a cidade brasileira mais bonita. Apesar da impressão inicial de que os curitibanos mais reservados que os soteropolitanos, a minha experiência permitiu descobrir que são muito receptivos e extremamente educados e comunicativos. É um local para se visitar sempre, pois revigora a alma.

***Meu Choque Cultural***

WhatsApp Image 2017-08-15 at 17.47.27De todas as experiências que pude vivenciar nesses longos anos de estrada, talvez o que mais me marcou e sempre lembro aconteceu em Cusco – Peru, quando por sugestão de um amigo que já havia visitado a região e provado a iguaria, uma amiga resolveu experimentar o Cuy. Mas afinal, que raio é esse de Cuy que te deixou tão impressionada? Eu explico: sabe aquele porquinho da índia, bonitinho, que tem no petshop pertinho da sua casa? Prazer, Cuy!

Não esqueçam de conhecer essa Geração que desenvolve esse trabalho tão legal para vocês 😉

Au Revoir, Ciao, Hasta Luego, See you later, Até logo!

Michellândia

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Foto da Capa: Divulgação /  Logo Geração Touch

Fotos Colunistas Geração Touch e Cuy: Acervos pessoais

 

 

 

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4 comentários em “Geração Touch: Qual foi seu maior choques cultural durante uma viagem?

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